ERLOTINIBE 150MG 30 COMPRIMIDOS – SANDOZ (ERLOTINIBE)

R$2.080,00

ERLOTINIBE 150 MG 30 COMPRIMIDOS – SANDOZ

NOME COMERCIAL: ERLOTINIBE 150 MG 30 COMPRIMIDOS – ONDE COMPRAR


PRINCÍPIO ATIVO: CL ERLOTINIBE

LABORATÓRIO: ERLOTINIBE

M.S: 1.01000.651.003-8

Agora você pode comprar Erlotinibe 100 miligramas caixa contendo 30 comprimidos com o melhor preço na Oncoexpress Medicamentos Especiais e Oncológicos – Sua Farmácia On-Line em SP.

 

Visualizar Bula

Fora de estoque

SKU: 7897595636379 Categorias: , , , ,
O prazo de entrega começa a contar a partir da data da postagem.
Produtos refrigerados só devem ser enviados via sedex.

Descrição

cloridrato de erlotinibe
“Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÕES
cloridrato de erlotinibe comprimido revestido 100 mg ou 150 mg. Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de 100 mg contém:
cloridrato de erlotinibe (equivalente a 100 mg de erlotinibe) ………………………………………………………………….. 109,27 mg
excipientes q.s.p……………………………………………………………………………………………………………… 1 comprimido revestido
(lactose monoidratada, celulose microcristalina, amidoglicolato sódico, estearato de magnésio, álcool isopropílico,
álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco, copolímero de ácido metacrílico e acrilato de etila, bicarbonato
de sódio)
Cada comprimido revestido de 150 mg contém:
cloridrato de erlotinibe (equivalente a 150 mg de erlotinibe) ………………………………………………………………….. 163,90 mg
excipientes q.s.p……………………………………………………………………………………………………………… 1 comprimido revestido
(lactose monoidratada, celulose microcristalina, amidoglicolato sódico, estearato de magnésio, álcool isopropílico,
álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco, copolímero de ácido metacrílico e acrilato de etila, bicarbonato
de sódio)
II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de
determinado item, por favor, informe ao seu médico.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Câncer de pulmão de não pequenas células
O cloridrato de erlotinibe é indicado para o tratamento de primeira linha e de manutenção de pacientes com câncer de
pulmão do tipo não pequenas células (CPNPC), localmente avançado ou metastático, com mutações ativadoras de
EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico).
No tratamento de manutenção, nenhum benefício clinicamente relevante foi demonstrado em pacientes com CPNPC
sem mutação ativadora de EGFR.
O cloridrato de erlotinibe é indicado também para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão do tipo não
pequenas células (CPNPC) localmente avançado ou metastático, após a falha de pelo menos um esquema
quimioterápico prévio.
Câncer de pâncreas
O cloridrato de erlotinibe, em combinação com gencitabina, é indicado para o tratamento de primeira linha de
pacientes com câncer pancreático localmente avançado, inoperável ou metastático.
Peça ao seu médico para lhe explicar melhor sobre a sua doença.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O cloridrato de erlotinibe inibe a ação de uma enzima chamada tirosinoquinase presente em células normais e
cancerosas. Na célula cancerosa, cloridrato de erlotinibe bloqueia a proliferação, podendo levá-la a morte,
diminuindo, dessa forma, o tamanho do tumor.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar cloridrato de erlotinibe se apresentar hipersensibilidade severa a erlotinibe ou a qualquer
componente da fórmula.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
cloridrato de erlotinibe – VP 01
Doença pulmonar intersticial: se você desenvolver quadro de novos sintomas pulmonares inexplicados ou
progressivos, como dispneia (falta de ar), tosse e febre, procure seu médico, pois o tratamento com cloridrato de
erlotinibe deve ser interrompido e deve-se aguardar avaliação do seu médico. Se você apresentar diagnóstico positivo
para Doença Pulmonar Intersticial (DPI), cloridrato de erlotinibe deve ser interrompido e iniciado tratamento
apropriado, se necessário (vide item “Quais males este medicamento pode me causar?”).
Diarreia, desidratação, desequilíbrio eletrolítico e insuficiência renal: caso você apresente diarreia grave ou
persistente, náusea, anorexia ou vômitos associados à desidratação, procure seu médico, pois a terapia com cloridrato
de erlotinibe deve ser interrompida, e medidas apropriadas devem ser instituídas para tratar a desidratação (vide item
“Quais males este medicamento pode me causar?”). Houve raros relatos de hipocalemia (diminuição do potássio no
sangue) e insuficiência renal secundária (incluindo óbitos). Alguns relatos de falência renal foram secundários à
desidratação severa causada por diarreia, vômito e / ou anorexia, enquanto outros foram associados à quimioterapia
concomitante. Em casos de diarreia grave ou persistente ou casos que levam à desidratação, particularmente em grupos
de pacientes com fatores de risco agravantes (medicamentos concomitantes, sintomas ou outras condições predispostas,
incluindo idade avançada), a terapia com cloridrato de erlotinibe deve ser interrompida, e medidas apropriadas devem
ser tomadas para hidratação intravenosa intensiva dos pacientes. Além do mais, a função renal e os eletrólitos séricos,
incluindo potássio, devem ser monitorados em pacientes com risco de desidratação (vide item “Quais males este
medicamento pode me causar?”).
Hepatite e insuficiência hepática: se você possui insuficiência hepática, testes periódicos de função do fígado devem
ser considerados. A dosagem de cloridrato de erlotinibe deve ser interrompida se ocorrerem mudanças graves na
função hepática (vide item “Quais males este medicamento pode me causar?”).
A segurança e a eficácia não foram estudadas em pacientes com disfunção hepática severa.
Perfurações gastrintestinais: pacientes tratados com cloridrato de erlotinibe podem apresentar perfurações
gastrintestinais, as quais foram observadas de forma rara (incluindo alguns casos fatais).
Se você estiver recebendo concomitantemente agentes antiangiogênicos (medicamentos utilizados para tratar câncer de
pulmão), cloridrato de erlotinibe, corticosteroides (prednisolona), anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) e / ou
quimioterapia baseada em taxano (paclitaxel) ou se tiver histórico prévio de úlcera péptica ou doença diverticular
(inflamação do intestino), você terá mais chances de ter perfurações gastrintestinais. O tratamento com cloridrato de
erlotinibe deve ser permanentemente descontinuado se você desenvolver perfuração gastrintestinal.
Distúrbios bolhosos e esfoliativos da pele: foram relatadas condições bolhosas, vesiculares ou esfoliativas da pele,
incluindo muito raramente casos sugestivos de síndrome de Stevens-Johnson / necrólise epidérmica tóxica, os quais, em
alguns casos, foram fatais (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). O tratamento com
cloridrato de erlotinibe deve ser interrompido ou descontinuado pelo seu médico se você apresentar bolhas, vesículas
e esfoliações graves de pele.
Distúrbios oculares: casos muito raros de perfurações ou ulcerações da córnea foram relatados durante o uso de
cloridrato de erlotinibe. Outros distúrbios oculares, incluindo crescimento anormal dos cílios, ceratoconjuntivite sicca
ou ceratite, foram observados no tratamento com cloridrato de erlotinibe, os quais também são fatores de risco para
ulceração / perfuração da córnea. O tratamento com cloridrato de erlotinibe deve ser interrompido ou descontinuado
pelo seu médico se você apresentar alterações oftalmológicas graves ou agravamento de distúrbios oculares, tais como
dor nos olhos (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Insuficiência renal: a segurança e a eficácia de cloridrato de erlotinibe não foram estudadas em pacientes com
insuficiência renal.
Insuficiência hepática: a exposição a erlotinibe foi similar em pacientes com falha no funcionamento do fígado de grau
moderado em relação aos pacientes com função normal do fígado, incluindo pacientes com
câncer de fígado primário ou metástases hepáticas. A segurança e a eficácia não foram estudadas em pacientes com
falha grave de funcionamento do fígado.
Uso pediátrico: a segurança e a eficácia de cloridrato de erlotinibe não foram estudadas em pacientes com idade
abaixo de 18 anos.
Este medicamento não foi testado em pacientes com metástases cerebrais sintomáticas, e, portanto, sua eficácia é
desconhecida nesse grupo de pacientes.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas: erlotinibe não possui influência ou possui
influência insignificante na capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Potencial reprodutivo feminino e masculino
cloridrato de erlotinibe – VP 01
Contracepção:
Pacientes do sexo feminino: você deve usar métodos contraceptivos adequados durante a terapia com cloridrato de
erlotinibe e durante, pelo menos, duas semanas após o término.
Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Gestação: não existem estudos em gestantes que usaram cloridrato de erlotinibe. Estudos em animais mostraram
alguma toxicidade reprodutiva. O potencial risco para o homem é desconhecido. Mulheres com possibilidade de
engravidar devem ser alertadas para evitar a gravidez enquanto usam cloridrato de erlotinibe.
Lactação: não se sabe se cloridrato de erlotinibe é excretado no leite humano. Se você estiver amamentando, converse
com o seu médico para ele lhe orientar quanto à interrupção do aleitamento materno durante o tratamento com
cloridrato de erlotinibe e pelo menos 2 semanas após a dose final.
Interações: cloridrato de erlotinibe pode reagir com outros medicamentos que você estiver tomando, além dos que
estão citados a seguir.
Informe ao seu médico se você fuma. Os fumantes devem ser aconselhados a parar de fumar, pois o cigarro reduz a
quantidade de erlotinibe no seu organismo em 50% – 60% e pode prejudicar o efeito de cloridrato de erlotinibe. Os
pacientes não fumantes tiveram melhores resultados com cloridrato de erlotinibe.
Principais interações medicamentosas
Em estudos clínicos, não houve efeito significante de gencitabina na absorção e eliminação de erlotinibe nem efeito
significativo de erlotinibe na absorção e eliminação de gencitabina.
Se você estiver tomando cetoconazol (antifúngico e antimicótico) ou ciprofloxacina (antibiótico), a dose de cloridrato
de erlotinibe pode ser reduzida pelo seu médico, uma vez que haverá redução do metabolismo e aumento da
concentração plasmática do medicamento, gerando mais risco de toxicidade. Caso seja observada tal toxicidade, a dose
de cloridrato de erlotinibe deve ser reduzida. Deve-se ter cuidado ao administrar cloridrato de erlotinibe com esses
medicamentos.
Ao administrar rifampicina com cloridrato de erlotinibe, pode ser necessário aumentar gradativamente a dose de
cloridrato de erlotinibe, com monitoramento rigoroso da segurança. A maior dose estudada nesse cenário foi de 450
mg.
O cloridrato de erlotinibe não interfere na absorção e na eliminação de midazolam e eritromicina.
A utilização de medicamentos que diminuem a produção de ácido gástrico no estômago, como omeprazol e ranitidina,
deve ser evitada enquanto você estiver fazendo tratamento com cloridrato de erlotinibe, quando possível. Um aumento
na dose de cloridrato de erlotinibe, quando administrado com esses agentes, parece não compensar essa perda. No
entanto, quando cloridrato de erlotinibe foi ingerido duas horas antes ou dez horas após a ingestão desses
medicamentos, essa diminuição foi menos acentuada.
Se você estiver tomando varfarina ou outros anticoagulantes derivados da cumarina, o seu médico deverá solicitar
exames regularmente para monitorar a sua coagulação.
A combinação de cloridrato de erlotinibe com uma estatina pode aumentar o potencial de miopatia induzida por
estatina, incluindo rabdomiólise (lesão do tecido muscular), observada raramente.
Em estudos clínicos, não houve efeito significante de gencitabina na absorção e eliminação de erlotinibe nem efeito
significativo de erlotinibe na absorção e eliminação de gencitabina.
Até o momento, não há informações de que erlotinibe possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte o seu médico.
Informe ao seu médico, ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve conservar cloridrato de erlotinibe em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30 ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Descarte de medicamentos não utilizados e / ou com data de validade vencida
cloridrato de erlotinibe – VP 01
O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no
esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.
Aspectos físicos: os comprimidos revestidos de cloridrato de erlotinibe são circulares, biconvexos, de cor branca a
amarelada.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Câncer de pulmão de não pequenas células
A dose diária recomendada de cloridrato de erlotinibe é de 150 mg, por via oral, pelo menos uma hora antes ou duas
horas depois da ingestão de alimentos.
Câncer de pâncreas
A dose diária recomendada de cloridrato de erlotinibe é de 100 mg, por via oral, pelo menos uma hora antes ou duas
horas depois da ingestão de alimentos, em combinação com gencitabina (vide as informações de gencitabina para a
indicação de câncer de pâncreas).
O uso concomitante de medicamentos que utilizam a mesma via de metabolização hepática de cloridrato de erlotinibe
pode exigir ajuste da dose (vide item “Principais interações medicamentosas”). Quando for necessário ajuste da dose,
recomenda-se reduzir em escalas de 50 mg (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Insuficiência hepática: se você tiver insuficiência hepática moderada, seu médico deve ter cautela ao lhe prescrever
cloridrato de erlotinibe e poderá reduzir a dose ou interromper o tratamento caso ocorram efeitos adversos graves,
embora a exposição a erlotinibe tenha sido similar nesses pacientes. A segurança e a eficácia não foram estudadas em
pacientes com insuficiência hepática grave.
Insuficiência renal: a segurança e a eficácia de cloridrato de erlotinibe não foram estudadas em pacientes com
insuficiência renal.
Uso pediátrico: a segurança e a eficácia de cloridrato de erlotinibe não foram estudadas em pacientes com idade
abaixo de 18 anos.
Fumantes: o fumo de cigarros mostrou reduzir a exposição de erlotinibe. A dose máxima tolerada para fumantes ativos
com câncer de pulmão de não pequenas células foi de 300 mg.
A eficácia e a segurança a longo prazo da dose superior à recomendada inicialmente não foram estabelecidas para
pacientes que continuam fumando cigarros.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar uma ou mais doses de cloridrato de erlotinibe, contate seu médico ou farmacêutico
assim que possível. Não duplique a dose para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Experiência de estudos clínicos
A avaliação de segurança de cloridrato de erlotinibe é baseada nos dados de mais de 1.500 pacientes tratados com,
pelo menos, uma dose de 150 mg do medicamento em monoterapia e mais de 300 pacientes que receberam cloridrato
de erlotinibe 150 mg ou 100 mg em combinação com gencitabina.
A incidência de reações adversas ao medicamento (RAM) relatadas com cloridrato de erlotinibe isolado ou em
combinação com quimioterapia está resumida nas tabelas a seguir e é baseada nos dados de estudos clínicos. As RAMs
foram relatadas em pelo menos 10% dos pacientes (no grupo de cloridrato de erlotinibe) e ocorreram mais
frequentemente (≥ 3%) em pacientes tratados com cloridrato de erlotinibe em relação ao braço comparador.
As reações adversas dos ensaios clínicos (Tabela 1) são listadas pela classe de órgãos do sistema MedDRA. A categoria
de frequência correspondente para cada reação adversa ao medicamento é baseada na seguinte convenção: muito
cloridrato de erlotinibe – VP 01
comum (≥1 / 10), comum (≥1 / 100 a <1/10), incomum (≥1 / 1.000 a <1/100), rara (≥1 / 10.000 a <1/1000), muito rara (<1 / 10.000). Câncer de pulmão de não pequenas células - cloridrato de erlotinibe administrado em monoterapia Tratamento de primeira linha de pacientes com mutações de EGFR A segurança de cloridrato de erlotinibe para o tratamento de primeira linha de pacientes com CPNPC com mutações ativadoras de EGFR foi avaliada em 75 pacientes, em um estudo aberto e randomizado de fase III, ML 20650, conduzido com 154 pacientes. Não foi observado novos sinais de segurança nestes pacientes. As reações adversas mais comuns observadas em pacientes tratados com cloridrato de erlotinibe no estudo ML 20650 foram erupção cutânea e diarreia (qualquer grau 80% e 57%, respectivamente), sendo a maioria de gravidade grau 1/2, sem necessidade de intervenção para o seu controle. Erupção cutânea e diarreia de grau 3 ocorreram em 9% a 4% dos pacientes, respectivamente. Nenhum evento de erupção cutânea e diarreia de grau 4 foi observado. Erupção cutânea e diarreia resultaram em descontinuação de cloridrato de erlotinibe em 1% dos pacientes. Alterações de dose (interrupções ou reduções) para erupção cutânea e diarreia foram necessárias em 11% e 7% dos pacientes, respectivamente. Tratamento de manutenção Em outros dois estudos duplo-cegos, randomizados, placebo controlados de fase III (BO18192 e BO25460), conduzidos em um total de 1532 pacientes com CPNPC avançado, recorrente ou metastático, seguindo a quimioterapia padrão de primeira linha baseada em platina, nenhum novo sinal de segurança foi identificado. As reações adversas mais frequentes observadas em pacientes tratados com cloridrato de erlotinibe nos estudos BO18192 e BO25460 foram erupção cutânea ((BO18192: todos os graus 49,2%, grau 3: 6,0%; BO25460: todos os graus 39,4%, grau 3: 5,0%) e diarreia (BO18192: todos os graus 20,3%, grau 3: 1,8%; BO25460: todos os graus 24,2%, grau 3: 2,5%). Nenhum evento de diarreia e erupção cutânea grau 4 foi observado em qualquer um dos estudos. Erupção cutânea e diarreia resultaram em descontinuação de cloridrato de erlotinibe em 1% e < 1% dos pacientes, respectivamente, no estudo BO18192, enquanto nenhum paciente foi descontinuado no estudo BO25460 por erupção cutânea ou diarreia. Modificações de dose (interrupções e reduções) para erupção cutânea e diarreia foram necessárias em 8,3% e 3% dos pacientes, respectivamente, no estudo BO18192 e 5,6% e 2,8% dos pacientes, respectivamente, no estudo BO25460. Tratamento de segunda e demais linhas As RAMs listadas na Tabela 1 são baseadas em dados de um estudo duplo-cego, randomizado, conduzido com 731 pacientes com CPNPC metastático ou localmente avançado após a falha de, pelo menos, um regime de quimioterapia prévio. Os pacientes foram randomizados na proporção 2:1 para receber cloridrato de erlotinibe 150 mg ou placebo. O medicamento estudado foi administrado por via oral, uma vez ao dia, até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. As reações adversas mais frequentes foram erupção cutânea (rash) e diarreia (75% e 54%, respectivamente). A maioria foi de grau 1 / 2 e manejada sem intervenção. Erupção cutânea e diarreia graus 3 / 4 ocorreram em 9% e 6%, respectivamente, em pacientes tratados com cloridrato de erlotinibe, e cada evento resultou em descontinuação de 1% dos pacientes. A redução necessária da dose para erupção cutânea e diarreia foi de 6% e 1% dos pacientes, respectivamente. No estudo BR.21, o tempo mediano para início da erupção cutânea foi de oito dias, e o tempo mediano para início da diarreia foi de 12 dias. Cancer pancreático - cloridrato de erlotinibe administrado concomitantemente com gencitabina As reações adversas listadas na Tabela 1 a seguir são baseadas nos dados do estudo clínico controlado no braço de erlotinibe (PA.3) com 259 pacientes com câncer de pâncreas que receberam cloridrato de erlotinibe 100 mg com gencitabina, em comparação com 256 pacientes no braço placebo mais gencitabina. As reações adversas mais frequentes no estudo pivotal PA.3 com pacientes com câncer de pâncreas tratados com cloridrato de erlotinibe 100 mg mais gencitabina foram fadiga, erupção cutânea e diarreia. No braço cloridrato de erlotinibe mais gencitabina, erupção de grau 3 / 4 e diarreia foram relatadas em 5% dos pacientes. O tempo médio do início da erupção cutânea e diarreia foi de 10 dias e 15 dias, respectivamente. Erupção cutânea e diarreia resultaram em reduções de dose em 2% dos pacientes e resultou em descontinuação do estudo em até 1% dos pacientes tratados com cloridrato de erlotinibe mais gencitabina. O grupo que utilizou cloridrato de erlotinibe 150 mg mais gencitabina (23 pacientes) foi associado à taxa maior de reações adversas de certa classe específica, incluindo erupção cutânea, e necessitou de redução ou interrupção da dose em maior frequência. cloridrato de erlotinibe – VP 01 Tabela 1: Reações adversas que ocorrem em ≥10% dos pacientes dos estudos BR.21 (tratados com cloridrato de erlotinibe) e PA.3 (tratados com cloridrato de erlotinibe e gencitabina) e reações adversas que ocorrem com mais frequência (≥ 3%) do que no placebo nos estudos BR.21 (tratado com cloridrato de erlotinibe e PA.3 (tratados com cloridrato de erlotinibe e gencitabina) cloridrato de erlotinibe (BR.21) N=485 cloridrato de erlotinibe (PA.3) N=259 Categoria de frequência de maior incidência Grau NCI-CTC Todos os graus Grau 3 Grau 4 Todos os graus Grau 3 Grau 4 Termo preferido MedDRA % % % % % % Infecções e infestações Infecção* 24 4 0 31 3 <1 muito comum Distúrbios do metabolismo e da nutrição Anorexia (redução ou ausência de apetite) 52 8 1 -- -- -- muito comum Diminuição de peso -- -- -- 39 2 0 muito comum Distúrbios oculares Conjuntivite 12 <1 0 -- -- -- muito comum Queratoconjuntivite sicca (olho seco) 12 0 0 -- -- -- muito comum Distúrbios psiquiátricos Depressão -- -- -- 19 2 0 muito comum Distúrbios do sistema nervoso Cefaleia (dor de cabeça) -- -- -- 15 <1 0 muito comum Neuropatia (doença no sistema nervoso) -- -- -- 13 1 <1 muito comum Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais Dispneia (falta de ar) 41 17 11 -- -- -- muito comum Tosse 33 4 0 16 0 0 muito comum Distúrbios gastrintestinais Diarreia 54 6 <1 48 5 <1 muito comum Náusea 33 3 0 -- -- -- muito comum Vômito 23 2 <1 -- -- -- muito comum Estomatite (inflamação da mucosa oral) 17 <1 0 22 <1 0 muito comum cloridrato de erlotinibe – VP 01 Dor abdominal 11 2 <1 -- -- -- muito comum Dispepsia (dificuldade de digestão) -- -- -- 17 <1 0 muito comum Flatulência -- -- -- 13 0 0 muito comum Pele e distúrbios do tecido subcutâneo Erupção cutânea 75 8 <1 69 5 0 muito comum Prurido (coceira na pele) 13 <1 0 -- -- -- muito comum Pele seca 12 0 0 -- -- -- muito comum Alopecia (perda de cabelos e pelos) -- -- -- 14 0 0 muito comum Distúrbios gerais e condições do local de administração Fadiga 52 14 4 73 14 2 muito comum Febre -- -- -- 36 3 0 muito comum Rigidez -- -- -- 12 0 0 muito comum * Infecções graves, com ou sem neutropenia, incluíram pneumonia, sepse e celulite. -- corresponde ao percentual abaixo do limiar Informações adicionais de especial interesse das reações adversas As seguintes reações adversas foram observadas em pacientes que receberam cloridrato de erlotinibe 150 mg como monoterapia ou 100 mg ou 150 mg em combinação com gencitabina. As reações adversas muito comuns foram apresentadas na Tabela 1, e as reações adversas por ordem de frequência são descritas a seguir: Distúrbios gastrintestinais Perfurações gastrintestinais, em alguns casos fatais, foram relatadas raramente em menos de 1% dos pacientes em tratamento com cloridrato de erlotinibe (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Casos de sangramento gastrintestinal foram comumente relatados (incluindo algumas fatalidades), alguns associados com a administração concomitante de varfarina e outros com o uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais. Avise o seu médico se estiver utilizando essas drogas. Distúrbios hepatobiliares Alterações de provas de função hepática (incluindo elevação de TGO, TGP e bilirrubinas) foram comumente observadas em estudos clínicos de cloridrato de erlotinibe. Foram principalmente leves ou moderadas em intensidade, de natureza transitória ou associadas com a presença de metástases hepáticas. Casos raros de insuficiência hepática (incluindo óbitos) foram relatados durante o uso de cloridrato de erlotinibe. Fatores confundidores incluem desordens preexistentes do fígado ou medicações hepatotóxicas concomitantes (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Distúrbios oculares Ulcerações ou perfurações da córnea foram relatadas muito raramente em pacientes que receberam tratamento com cloridrato de erlotinibe. Ceratite (inflamação da córnea) e conjuntivite foram comumente relatadas com o uso de cloridrato de erlotinibe. Crescimento anormal dos cílios, cílios crescentes, crescimento excessivo e espessamento dos cílios foram relatados com frequência incomum (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais Houve relatos incomuns de doença pulmonar intersticial grave (DPI) (incluindo óbitos) em pacientes que receberam cloridrato de erlotinibe para tratamento de câncer de pulmão de não pequenas células ou outros tumores sólidos avançados (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). cloridrato de erlotinibe – VP 01 Casos de epistaxe (eliminação de sangue pelo nariz) foram relatados comumente em pacientes com câncer de pulmão tipo não pequenas células e câncer de pâncreas. Distúrbios de pele e tecido subcutâneo Erupção cutânea foi relatada muito comumente em pacientes que receberam cloridrato de erlotinibe e, em geral, manifesta-se como erupção cutânea eritematosa e papulopustular de intensidade leve ou moderada, o que pode ocorrer ou piorar em áreas expostas ao sol. Se você se expõe ao sol, roupa para proteger a pele e / ou uso de protetor solar (por exemplo, contendo minerais) é recomendável. Acne, dermatite acneiforme e foliculite foram comumente observados, sendo a maior parte destes eventos leves ou moderados e não sérios. Fissuras na pele, principalmente não sérias, foram comumente relatadas e, na maior parte dos casos, foram associadas com erupção cutânea e pele ressecada. Outras reações de pele leves, como hiperpigmentação, foram observadas com frequência incomum (em menos de 1% dos pacientes). Condições cutâneas bolhosas, vesiculares e esfoliativas foram relatadas, incluindo casos raros sugestivos de síndrome de Stevens-Johnson / necrólise epidérmica (separação e esfoliação da pele por morte celular) tóxicas, as quais, em alguns casos, foram fatais (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Mudanças nas unhas e nos cabelos, em sua maior parte, não sérias, como paroníquia (inflamação ao redor da unha), foram relatadas comumente. Hirsutismo (crescimento excessivo de pelos), mudanças nos cílios / supercílios e irritação e perda das unhas foram incomumente relatados. Experiência pós-comercialização: as seguintes reações adversas a medicamentos foram identificadas a partir da experiência pós-comercialização com cloridrato de erlotinibe com base em relatos de casos espontâneos e casos de literatura. Tabela 2: Reações adversas observadas a partir da experiência pós-comercialização Reações adversas Categoria de frequencia Distúrbios oculares Uveíte desconhecida Pele e distúrbios do tecido subcutâneo Alterações do cabelo e das unhas, principalmente não sérias, por exemplo, hirsutismo (crescimento excessivo de pelos), mudanças de cílios / supercílios, paroníquia (infecção da pele que fica ao redor das unhas da mão ou do pé)e unhas quebradiças e soltas incomum Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Doses orais únicas de cloridrato de erlotinibe de até 1.000 mg, em indivíduos saudáveis, e de até 1.600 mg, recebidas como dose única uma vez por semana, em pacientes com câncer, foram toleradas. Doses repetidas duas vezes por dia, de 200 mg, em indivíduos saudáveis, foram mal toleradas após apenas alguns dias de administração. Com base nos dados desses estudos, reações adversas graves, como diarreia, erupção cutânea e possivelmente elevação de transaminases hepáticas, podem ocorrer com a dose acima da recomendada. Se você suspeitar de superdosagem, suspenda o uso de cloridrato de erlotinibe e procure imediatamente o seu médico para que ele possa realizar o tratamento adequado. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. III) DIZERES LEGAIS VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Reg. M.S.: 1.0047.0615 Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher CRF-PR nº 17.379 cloridrato de erlotinibe – VP 01 Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 02/03/2018. Registrado e Importado por: Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda. Rua Antônio Rasteiro Filho (Marginal PR-445), 1920, Cambé-PR CNPJ: 61.286.647/0001-16 Fabricado por: Remedica Ltd Limassol - Chipre

Informação adicional

Peso 0,1 kg

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Apenas clientes logados que compraram este produto podem deixar uma avaliação.